Débora Camillo é candidata à prefeitura de Santos do PSOL

Débora Camilo é singular, mas suas lutas são plurais. Como o mundo que ela enxerga, suas batalhas são diversas. Débora é do PSOL e está na luta por uma sociedade justa e igualitária!

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Pauta LGBT

No ano de 2013, segundo pesquisa realizada pela Secretaria Especial de Direitos Humanos para o Relatório de Violência Homofóbica no Brasil, foram divulgados nos principais meios midiáticos 317 violações contra pessoas LGBTs, sendo que 251 desses casos foram homicídios[1]. O Estado de São Paulo lidera o número de homicídios contra LGBTs com 8,8% dos casos, segundo dados do mesmo relatório[2].

Apesar dessa triste realidade, a temática LGBT ainda é subvalorizada em nossa sociedade, com a grande mídia divulgando um número ínfimo de informações acerca dos homicídios e violências cotidianas sofridos por essa população[3], e com pouca preocupação por parte das administrações públicas municipais. Exemplo disso é o fato de que apenas 7,7% dos municípios brasileiro têm ações para a população LGBT.[4]

Somado a essa realidade, pesquisas realizadas pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e pelo Ministério da Educação mostraram também outro problema que essa população tem que lidar. Os dados da UFSCAR mostraram que 32% dos homossexuais afirmam sofrer preconceito dentro das salas de aula, e os dados do MEC constataram que entre os jovens de 15 a 29 anos, 20% dos alunos não desejam ter colegas de classe que sejam homo ou transexuais[5]. Tais informações reforçam as informações divulgadas pelo Relatório sobre Violência Homofóbica no Brasil de 2011[6] e 2013 que mostram que a faixa etária mais afetada pela violência de caráter homofóbico é aquela que vai dos 15 aos 30 anos.

Dessa maneira, se faz necessária a criação de propostas visando o bem estar e visibilidade da população LGBT de Santos e a seguir apresentamos nossas propostas.

● Promover apoio as Paradas da Diversidade Cultural e de Gênero, em parceria com a Secretaria de Cultura e Secretaria de Turismo;

● Promover a inclusão de travestis e transexuais ao mercado de trabalho em parceria com empresas da região, oferecendo capacitação de qualidade visando impedir o retorno dessa parcela da população às ruas;

● Promover diálogo nas escolas acerca da diversidade sexual, visando reduzir a violência de caráter homofóbico nas salas de aula;

● Favorecer politicas públicas que viabilizem leis que promovam a inclusão social e o respeito a diversidade sexual, como por exemplo, o artigo 24, parágrafo terceiro, do Plano diretor da cidade de Santos de 2013[7];

● Fortalecer o combate a homo e transfobia em parceria com a Comissão Municipal de Diversidade Sexual.

 

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[1] http://www.sdh.gov.br/assuntos/lgbt/dados-estatisticos/Relatorio2013.pdf
[2] http://www.sdh.gov.br/assuntos/lgbt/dados-estatisticos/Relatorio2013.pdf
[3] http://www.sdh.gov.br/assuntos/lgbt/dados-estatisticos/Relatorio2013.pdf
[4] http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/08/apenas-77-dos-municipios-fazem-acoes-para-populacao-lgbt-diz-ibge.html
[5] http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/atualidades/pesquisa-mostra-que-discriminacao-contra-homossexuais-esta-presente-em-escolas/?cHash=6352112e3ed1d14da5fecb320add001f
[6] http://www.sdh.gov.br/assuntos/lgbt/pdf/relatorio-violencia-homofobica-2011-1
[7] http://www.santos.sp.gov.br/sites/default/files/conteudo/Diagn%C3%B3stico%20Consolidado%20Revis%C3%A3o%20Plano%20Diretor%20Santos.pdf

Fonte: Programa de governo do PSOL Santos

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